Conceito filosófico baseado na Obra do pensador francês Emile Durkheim. Sustenta-se no tripé do:
ATIVIDADE UNIVERSAL DO ESPÍRITO
PENSAMENTO CONCRETO
PENSAMENTO MITOLÓGICO
O CONCEITO DO FATO SOCIAL de Durkheim mostra que existe uma espécie de inteligência coletiva na humanidade que impõe normas e define condutas sociais como a divisão do trabalho que milenarmente foi divida em tarefas próprias de homens e tarefas adequadas para as mulheres.
A partir dessa perspectiva, poderíamos explicar, por exemplo,
por que em sociedades não ocidentais, os papeis reservados
aos sexos são tão diferentes e tão rigidamente
fixados. Em sociedades tribais, os homens plantam e caçam enquanto as
mulheres coletam e colhem. Poderíamos tentar explicar essa divisão pela
suposta competência orgânica de cada sexo: a fragilidade nas mulheres
e a robustez no homem. (Licenciatura em História – Unimes)
Acho que o homem moderno esta caminhando por uma senda errada ao mesclar as atividades sociais tanto para homem como para mulheres. Deus determinou divisões de tarefas próprias para cada sexo e cabem aos homens as três principais: O governo (do Estado ), a Guerra (soldados e policiais) e o sacerdócio (Religião)
On this site the scribe Valdemir Mota de Menezes is pondering on the life and works of the leading philosophers of mankind, transcribe excerpts from other authors, but does this virtual space a place to destroy all reason and intelligence that rises and opposes God.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
terça-feira, 16 de novembro de 2010
FEMINISMO
El movimiento de mujeres, son las malas obras que tratan de revertir la orden divina, que el hombre es el proveedor del hogar y la mujer que cuida de la casa, los niños y la familia. El concepto divino es considerado machismo, pero Dios en su sabiduría tiene sus razones, y el hombre no tiene más sabiduría que Dios. Al final de la historia, vemos que Dios tenía razón. El gobierno eclesiástico y secular debe estar a cargo de los hombres.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
MARIO BUNGE
Bunge: 'En la Argentina no hay discusión sobre principios políticos'
21.03.2010 | Ricardo Carpena entrevistó al filósofo, en tres minutos, para el suplemento Enfoques
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
NICOLAU MAQUIAVEL
Este filósofo é considerado o pai do ABSOLUTISMO, leia um pequeno trecho do livro O PRÍNCIPE:
DE QUE MODO SE DEVAM GOVERNAR AS CIDADES
OU PRINCIPADOS QUE, ANTES DE SEREM OCUPADOS,
VIVIAM COM AS SUAS PRÓPRIAS LEIS
(QUOMODO ADMINISTRANDAE SUNT CIVITATES
VEL PRINCIPATUS, QUI ANTEQUAM OCCUPARENTUR,
SUIS LEGIBUS VIVEBANT)
Quando aqueles Estados que se conquistam, como
foi dito, estão habituados a viver com suas próprias
leis e em liberdade, existem três modos de conserválos:
o primeiro, arruiná-los; o outro, ir habitá-los pessoalmente;
o terceiro, deixá-los viver com suas leis,
arrecadando um tributo e criando em seu interior um
governo de poucos, que se conservam amigos, porque,
sendo esse governo criado por aquele príncipe,
sabe que não pode permanecer sem sua amizade e
seu poder, e há que fazer tudo por conservá-los. Querendo
preservar uma cidade habituada a viver livre,
mais facilmente que por qualquer outro modo se a
conserva por intermédio de seus cidadãos.
Como exemplos, existem os espartanos e os romanos.
Os espartanos conservaram Atenas e Tebas,
nelas criando um governo de poucos; todavia, perderam-
nas. Os romanos, para manterem Cápua, Cartago
e Numância, destruíram-nas e não as perderam;
quiseram conservar a Grécia quase como o fizeram
os espartanos, tornando-a livre e deixando-lhe suas
próprias leis e não o conseguiram: em razão disso,
para conservá-la, foram obrigados a destruir muitas
cidades daquela província.
É que, em verdade, não existe modo seguro para conservar
tais conquistas, senão a destruição. E quem se
torne senhor de uma cidade acostumada a viver livre
e não a destrua, espere ser destruído por ela, porque
a mesma sempre encontra, para apoio de sua rebelião,
o nome da liberdade e o de suas antigas instituições,
jamais esquecidas seja pelo decurso do tempo,
seja por benefícios recebidos. Por quanto se faça e se
proveja, se não se dissolvem ou desagregam os habitantes,
eles não esquecem aquele nome nem aquelas
instituições, e logo, a cada incidente, a eles recorrem
como fez Pisa.
DE QUE MODO SE DEVAM GOVERNAR AS CIDADES
OU PRINCIPADOS QUE, ANTES DE SEREM OCUPADOS,
VIVIAM COM AS SUAS PRÓPRIAS LEIS
(QUOMODO ADMINISTRANDAE SUNT CIVITATES
VEL PRINCIPATUS, QUI ANTEQUAM OCCUPARENTUR,
SUIS LEGIBUS VIVEBANT)
Quando aqueles Estados que se conquistam, como
foi dito, estão habituados a viver com suas próprias
leis e em liberdade, existem três modos de conserválos:
o primeiro, arruiná-los; o outro, ir habitá-los pessoalmente;
o terceiro, deixá-los viver com suas leis,
arrecadando um tributo e criando em seu interior um
governo de poucos, que se conservam amigos, porque,
sendo esse governo criado por aquele príncipe,
sabe que não pode permanecer sem sua amizade e
seu poder, e há que fazer tudo por conservá-los. Querendo
preservar uma cidade habituada a viver livre,
mais facilmente que por qualquer outro modo se a
conserva por intermédio de seus cidadãos.
Como exemplos, existem os espartanos e os romanos.
Os espartanos conservaram Atenas e Tebas,
nelas criando um governo de poucos; todavia, perderam-
nas. Os romanos, para manterem Cápua, Cartago
e Numância, destruíram-nas e não as perderam;
quiseram conservar a Grécia quase como o fizeram
os espartanos, tornando-a livre e deixando-lhe suas
próprias leis e não o conseguiram: em razão disso,
para conservá-la, foram obrigados a destruir muitas
cidades daquela província.
É que, em verdade, não existe modo seguro para conservar
tais conquistas, senão a destruição. E quem se
torne senhor de uma cidade acostumada a viver livre
e não a destrua, espere ser destruído por ela, porque
a mesma sempre encontra, para apoio de sua rebelião,
o nome da liberdade e o de suas antigas instituições,
jamais esquecidas seja pelo decurso do tempo,
seja por benefícios recebidos. Por quanto se faça e se
proveja, se não se dissolvem ou desagregam os habitantes,
eles não esquecem aquele nome nem aquelas
instituições, e logo, a cada incidente, a eles recorrem
como fez Pisa.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
¿QUÉ ES UN FILÓSOFO?
LOS FILÓSOFOS son hombres que hacen del pensar un oficio, que tratan de vivir de eso. En realidad tiene sus ventajas como profesión, pues no cansa: se puede trabajar tendido en la playa o sentado en un bar. Pero se gana poco. Para ser filósofo hay que estar cesante o ser millonario.
Pero no se crea que los filósofos pueden pensar en cualquier cosa. Nada de eso. Sus pensamientos tienen que referirse a Problemas de la Filosofía. ¿Y ésta qué es? Ardua tarea sería explicarlo, así es que nos limitaremos a señalar la etimología de esa palabra. Filosofía deriva de las raíces griegas “filo”, que significa “amante” y “sofía”, esto es, “Sofía”. En este caso, como en tantos otros, el origen etimológico no es suficiente para aclarar el concepto, pero algunas luces da.

A continuación veremos quiénes han sido y qué han hecho esos hombres que, parodiando la máxima que dice: “Primero hay que vivir y después filosofar” (Primum vivere, deinde, filosofare), han creado, esta otra: “Primero hay que filosofar y después trabajar” (Primum filosofare, deinde pelare il ajum).
(Texto del documento: Los escandalosos amores de los filósofos)
Pero no se crea que los filósofos pueden pensar en cualquier cosa. Nada de eso. Sus pensamientos tienen que referirse a Problemas de la Filosofía. ¿Y ésta qué es? Ardua tarea sería explicarlo, así es que nos limitaremos a señalar la etimología de esa palabra. Filosofía deriva de las raíces griegas “filo”, que significa “amante” y “sofía”, esto es, “Sofía”. En este caso, como en tantos otros, el origen etimológico no es suficiente para aclarar el concepto, pero algunas luces da.

A continuación veremos quiénes han sido y qué han hecho esos hombres que, parodiando la máxima que dice: “Primero hay que vivir y después filosofar” (Primum vivere, deinde, filosofare), han creado, esta otra: “Primero hay que filosofar y después trabajar” (Primum filosofare, deinde pelare il ajum).
(Texto del documento: Los escandalosos amores de los filósofos)
FÍLON
Filón
Filón, nacido entre el 25 y el 13
a.C., murió ciertamente después
del 40 d.C., y vivió y trabajó en
Alejandría. De él quedan muchas
obras, escritas en griego, dirigidas
a los judíos alejandrinos más cultos.
El interés de Filón es ante
todo comentar y explicar la Biblia,
y luego relacionar el judaísmo con
la filosofía griega, dándole un
fundamento racional. La
propuesta de Filón va dirigida al
mundo helenístico intentando
hacer aceptable la fe judía; pero
sobre todo se dirige al judaísmo,
al que se le invita a no
considerarse en absoluto inferior
al mundo griego.

La filosofía de
Filón y su método alegórico de
interpretar la Biblia ejercerán
grandísima influencia también en
el cristianismo, particularmente en
la que se llamará escuela
alejandrina
(FUENTE: C.E.T. TENERIFE SEMINARIO DIOCESANO LA LAGUNA – INSTITUTO SUPERIOR SAN AUGUSTÍN)
Filón, nacido entre el 25 y el 13
a.C., murió ciertamente después
del 40 d.C., y vivió y trabajó en
Alejandría. De él quedan muchas
obras, escritas en griego, dirigidas
a los judíos alejandrinos más cultos.
El interés de Filón es ante
todo comentar y explicar la Biblia,
y luego relacionar el judaísmo con
la filosofía griega, dándole un
fundamento racional. La
propuesta de Filón va dirigida al
mundo helenístico intentando
hacer aceptable la fe judía; pero
sobre todo se dirige al judaísmo,
al que se le invita a no
considerarse en absoluto inferior
al mundo griego.

La filosofía de
Filón y su método alegórico de
interpretar la Biblia ejercerán
grandísima influencia también en
el cristianismo, particularmente en
la que se llamará escuela
alejandrina
(FUENTE: C.E.T. TENERIFE SEMINARIO DIOCESANO LA LAGUNA – INSTITUTO SUPERIOR SAN AUGUSTÍN)
quarta-feira, 14 de abril de 2010
COMPARANDO O HOMEM MEDIEVAL E O DE HOJE

Respondendo a pergunta: A busca pelo conhecimento na Idade Média tinha um sentido diferente da que tem hoje?
Respondo que em em parte sim, pois o homem medieval tinha um interesse maior em buscar o conhecimento espiritual, desde o começo até o fim da Idade Média as discussões teológicas foram amplamente discutidas em concílios e sínodos e que acabaram provocando a Cisão da Igreja Oriental Grega e no Fim da Idade Média, a Reforma Protestante. No campo das demais ciências e artes a Igreja Católica colocava muito obstáculos o que impossibilitou o florescer destes saberes.
O homem é um curioso por natureza, e por isso digo que na Idade Média como na atual o homem tem interesse em saber as coisas, como são e como funcionam. O que favorece hoje a pesquisa é que além de não ser impostas barreiras estatais e religiosas, ainda existe a espectativa de uma boa recompensa financeira e prestígio para aqueles que fazem descobertas ou invenções.
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